O Sintegra é um dos sistemas mais importantes da gestão fiscal brasileira.
Ele centraliza informações cadastrais de empresas contribuintes do ICMS em todos os estados.
Por meio do Sintegra, é possível validar dados fiscais, consultar a inscrição estadual e reduzir riscos nas operações comerciais.
Esse controle impacta diretamente a Gestão Financeira, a emissão de notas fiscais e a segurança nas negociações.
Por isso, entender como o sistema funciona é essencial para empresas que vendem, compram ou negociam com fornecedores. Continue a leitura e veja como o Sintegra funciona na prática e como utilizá-lo corretamente no dia a dia da empresa.


O Sintegra é o Sistema Integrado de Informações sobre Operações Interestaduais com Mercadorias e Serviços.
Ele foi criado para unificar e padronizar dados fiscais dos contribuintes do ICMS em todo o Brasil. Além disso, o sistema conecta as Secretarias da Fazenda dos estados e do Distrito Federal.
Dessa forma, o Fisco compartilha informações e fortalece a fiscalização das operações.
Ele permite validar inscrições estaduais e conferir a regularidade de empresas.
Consequentemente, o sistema contribui para reduzir riscos fiscais nas operações interestaduais.
Isso é essencial para empresas que emitem notas fiscais e negociam entre estados.
Embora muitas obrigações tenham migrado para o SPED Fiscal, o Sintegra ainda é amplamente utilizado. Principalmente, ele apoia a verificação cadastral exigida em diversas rotinas fiscais.
O SINTEGRA serve para padronizar e integrar informações fiscais entre os estados brasileiros. Assim, o Fisco acompanha a circulação de mercadorias e serviços com mais controle.
Além disso, o sistema fortalece a fiscalização do ICMS. Dessa forma, ele contribui para o combate à sonegação e aumenta a transparência.
Para o Fisco, o SINTEGRA centraliza dados de entrada e saída de mercadorias. Consequentemente, o cruzamento de informações entre estados se torna mais eficiente.
Ao mesmo tempo, o sistema facilita a identificação de irregularidades fiscais. Por isso, a fiscalização ganha agilidade e precisão.

Para as empresas, o SINTEGRA é uma ferramenta de conformidade fiscal. Ele ajuda a garantir que as operações estejam alinhadas à legislação.
Entre suas principais finalidades, estão:

Na prática, as empresas geram e enviam dados fiscais às Secretarias da Fazenda. Essas informações são compartilhadas entre os estados.
Embora muitas obrigações tenham migrado para o SPED Fiscal, o SINTEGRA ainda é relevante. Principalmente, ele é essencial para consultas e validações cadastrais.
A obrigatoriedade de utilizar o SINTEGRA recai, em regra, sobre empresas contribuintes do ICMS.
Sempre que há inscrição estadual, os dados da empresa passam a constar no sistema.
Além disso, a exigência varia conforme a legislação de cada estado. Por isso, é fundamental verificar as regras da Secretaria da Fazenda local.
De modo geral, precisam utilizar o SINTEGRA as empresas que usam sistemas eletrônicos para emissão fiscal.
Isso inclui negócios que processam notas fiscais e livros fiscais por meio digital.
Entre os principais casos, estão:
Em determinados estados, atividades específicas mantêm a obrigatoriedade. Por esse motivo, a análise deve ser sempre individual.
Por outro lado, nem todas as empresas precisam utilizar o SINTEGRA. A dispensa ocorre, principalmente, quando não há incidência de ICMS.
Em geral, estão dispensados:
Ainda assim, cada estado pode adotar critérios próprios. Portanto, confirmar a regra vigente evita falhas e riscos fiscais.
A consulta ao SINTEGRA é gratuita e pública. Ou seja, qualquer pessoa pode verificar a situação cadastral de uma empresa.
Para facilitar, siga o passo a passo abaixo:
Além disso, o resultado indica se a empresa está ativa, suspensa ou baixada. Essas informações ajudam a evitar riscos fiscais e operacionais.
Por fim, caso não exista registro, a empresa pode não possuir inscrição estadual. Nesse cenário, ela pode atuar apenas como prestadora de serviços.
Portanto, consultar o SINTEGRA antes de emitir notas fiscais é uma prática essencial. Isso garante mais segurança e conformidade nas operações comerciais.
Cada estado possui seu próprio portal de consulta. Apesar disso, o funcionamento é semelhante em todo o país.
A seguir, os estados mais consultados:
Em São Paulo, a consulta ocorre pelo portal da Sefaz-SP. É possível verificar dados cadastrais e situação da inscrição estadual.
Minas Gerais disponibiliza a consulta no site da Sefaz-MG. O sistema indica se a empresa está apta a operar com ICMS.
No Paraná, o portal da Sefaz-PR permite consulta por CNPJ ou IE. A ferramenta é muito usada para validação de fornecedores.
Santa Catarina também mantém consulta pública. O resultado mostra a regularidade fiscal do contribuinte.
No Rio de Janeiro, a consulta ocorre pelo site da Sefaz-RJ. O status cadastral é essencial para evitar rejeições de NF-e.

O SINTEGRA tem relação direta com a emissão da Nota Fiscal Eletrônica, principalmente na validação de dados cadastrais e fiscais das empresas envolvidas na operação.
Antes de emitir uma NF-e, o sistema permite verificar se o destinatário está regular perante a Secretaria da Fazenda. Essa validação evita rejeições, retrabalho e riscos fiscais.

Atualmente, muitas obrigações fiscais migraram para o SPED Fiscal. Mesmo assim, o SINTEGRA continua sendo essencial para consultas cadastrais e validações prévias na emissão de NF-e.
Por esse motivo, consultar o SINTEGRA antes de emitir notas fiscais segue sendo uma prática recomendada. Essa rotina garante mais conformidade e segurança fiscal para a empresa.
Embora relacionados, Sintegra e SPED não são a mesma coisa. Cada sistema cumpre um papel específico na fiscalização.
De forma resumida:
Todos se complementam dentro da gestão tributária.


Os erros no SINTEGRA costumam surgir por falhas simples de cadastro e validação. Além disso, a falta de conferência antes das operações fiscais aumenta os riscos.
Quando esses erros se repetem, a empresa fica exposta a rejeições de notas fiscais. Consequentemente, surgem problemas fiscais e autuações estaduais.

Essas falhas comprometem a conformidade fiscal da operação. Além disso, aumentam o risco de multas, autuações e retrabalho.
Por esse motivo, validar informações no SINTEGRA deve fazer parte da rotina fiscal.
Essa prática garante mais segurança e previsibilidade nas operações comerciais.


O Sintegra continua sendo uma base essencial para a gestão fiscal das empresas. Ele garante segurança nas transações, apoio à emissão de NF-e e conformidade tributária.
Empresas que desejam crescer com controle precisam ir além da consulta manual. Automatizar processos fiscais é o caminho mais seguro para evitar riscos.
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