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Início » Fiscal e Tributário

Fiscal e Tributário

Livro Diário: regras, estrutura e exemplos práticos

  • 30/01/2026
  • Por Sanon Matias
Livro Diário: regras, estrutura e exemplos práticos
  • O que é Livro Diário?
  • Para que serve o Livro Diário?
  • Quem é obrigado a elaborar o Livro Diário?
  • O que deve conter no Livro Diário?
  • Como fazer o Livro Diário na prática: passo a passo
  • Exemplos completos de lançamentos no Livro Diário
  • Livro Diário Digital x Impresso: qual escolher?
  • Livro Diário x Livro Razão x ECD: tabela comparativa completa
  • Erros comuns no Livro Diário e como evitá-los
  • Quanto tempo guardar o Livro Diário?
  • Conclusão

O Livro Diário é um dos principais registros contábeis obrigatórios para empresas e profissionais da área. Ele documenta, de forma cronológica, todas as movimentações que afetam o patrimônio de uma organização. 

Como consequência, torna-se uma fonte essencial para auditorias, obrigações fiscais, análises financeiras e suporte direto à gestão financeira.

Apesar de ser um livro tradicionalmente técnico, entender sua lógica é fundamental para qualquer empresa que deseja manter conformidade, transparência e eficiência administrativa.

Por isso, continue a leitura para entender como aplicar o Livro Diário na prática.

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O que é Livro Diário?

O Livro Diário é o registro formal onde a empresa lança, dia a dia, todos os fatos contábeis que impactam seu patrimônio. Ele segue regras de escrituração definidas pelo Código Civil, pelo CFC e pela legislação societária (Lei 6.404/1976).

Em outras palavras, ele funciona como um “histórico oficial” das operações. Cada lançamento deve apresentar data, histórico, contas debitadas, contas creditadas e valores, sempre conforme o regime de competência.

Esse livro pode ser impresso ou digital, mas precisa seguir as formalidades de abertura, preenchimento e encerramento.

Para que serve o Livro Diário?

O Livro Diário registra, de forma cronológica, todas as movimentações que afetam o patrimônio da empresa. Assim, ele garante organização, rastreabilidade e precisão em cada operação registrada ao longo do período.

Além disso, esse registro é obrigatório para quase todas as empresas, exceto MEI, e funciona como a base para demonstrações contábeis essenciais, como o Balanço Patrimonial e a DRE. 

Portanto, ele se torna indispensável para assegurar transparência e conformidade fiscal.

Registrar operações de forma cronológica

O Livro Diário documenta cada fato contábil no momento em que ocorre. Dessa forma, ele cria um histórico detalhado que facilita auditorias, revisões e análises internas.

Atender às exigências legais

A legislação contábil exige que o Livro Diário esteja sempre atualizado, assinado e disponível para fiscalização. Isso evita inconsistências e reduz riscos fiscais.

Dar suporte às demonstrações contábeis

Relatórios como Balanço Patrimonial, DRE e DFC dependem diretamente dos lançamentos feitos no Diário. Quando esses dados estão corretos, todo o processo contábil ganha precisão e confiabilidade.

Facilitar auditorias e fiscalizações

Auditores e órgãos governamentais consultam o Livro Diário para verificar a integridade das informações da empresa. 

Como ele segue o método das partidas dobradas, cada lançamento tem correspondência e pode ser auditado com facilidade.

Apoiar decisões gerenciais

O Diário centraliza todas as movimentações. Com isso, gestores conseguem identificar padrões de custos, avaliar despesas e acompanhar a evolução financeira do negócio, o que reforça uma gestão mais estratégica.

Quem é obrigado a elaborar o Livro Diário?

A obrigatoriedade do Livro Diário abrange praticamente todas as empresas brasileiras. A legislação exige esse registro para garantir transparência, controle patrimonial e segurança jurídica. Assim, a empresa comprova suas operações e mantém a base necessária para relatórios contábeis, como o Balanço Patrimonial e a DRE.

Além disso, o Livro Diário deve ser elaborado mesmo quando a organização utiliza sistemas digitais, já que a Escrituração Contábil Digital (ECD) cumpre a mesma função legal.

Quem deve elaborar o Livro Diário

Todas as pessoas jurídicas, independentemente do porte ou regime tributário, são obrigadas a manter o Livro Diário atualizado. Entre elas estão:

  • Empresas do Simples Nacional (ME e EPP).
  • Empresas do Lucro Presumido.
  • Empresas do Lucro Real.
  • Empresários Individuais (EI).
  • Sociedades Limitadas e Sociedades Anônimas.
  • Cooperativas, associações e fundações.
  • Profissionais liberais que atuam como pessoa jurídica.

Essa obrigatoriedade reforça o papel do Livro Diário como documento essencial para auditorias, fiscalizações e para compor demonstrações como a DRE, que depende diretamente dos lançamentos registrados.

Quem está dispensado?

A única exceção é o Microempreendedor Individual (MEI). Ele possui contabilidade simplificada e não precisa escriturar o Livro Diário. 

Ainda assim, manter registros organizados ajuda na gestão financeira e evita problemas futuros.

E as empresas inativas?

Mesmo empresas sem movimento podem ter obrigações contábeis, dependendo da legislação aplicável. Por isso, ainda que não haja operações, recomenda-se manter a escrituração mínima necessária para evitar divergências perante o Fisco.

O que deve conter no Livro Diário?

O Livro Diário deve reunir todos os registros contábeis que refletem as movimentações financeiras da empresa. 

Ele documenta cada operação de forma cronológica, permitindo rastrear o impacto dessas ações no patrimônio e garantindo a base necessária para elaborar demonstrações contábeis, como o Balanço Patrimonial e a DRE.

Além disso, o Livro Diário segue regras formais que asseguram sua validade jurídica. Por isso, conhecer sua estrutura é essencial para manter a conformidade e evitar inconsistências durante auditorias e fiscalizações.

O que deve constar no livro diário

Elementos que cada lançamento deve conter

Cada registro deve apresentar informações completas para garantir clareza e precisão:

  • Data da operação: registra o dia em que o fato contábil ocorreu.
  • Contas de débito e crédito: seguem o método das partidas dobradas, sempre com o débito registrado antes do crédito.
  • Valores envolvidos: mostram os montantes lançados em cada conta.
  • Histórico da operação: descreve a transação de forma objetiva, citando o documento que a comprova.
  • Referência documental: inclui a nota fiscal, recibo ou outro documento suporte.

Essa estrutura facilita análises, melhora a rastreabilidade e fortalece a integração com relatórios como a DRE, que depende diretamente desses lançamentos.

Formalidades obrigatórias do Livro Diário

O Livro Diário também deve cumprir exigências legais, tanto no formato físico quanto digital. Para isso, ele precisa incluir:

  • Termo de abertura: apresenta dados da empresa, CNPJ, endereço, finalidade do livro e quantidade de páginas.
  • Escrituração cronológica: garante que os fatos contábeis estejam lançados na ordem em que ocorreram.
  • Demonstrações contábeis anexas: como Balanço Patrimonial, DRE, DFC, DMPL, DVA e notas explicativas, conforme o perfil da empresa.
  • Termo de encerramento: finaliza o livro e confirma a numeração de páginas.
  • Autenticação: realizada na Junta Comercial ou, no caso do Livro Diário digital, via ECD (Escrituração Contábil Digital) com assinatura por certificado digital.

Por que esses itens são indispensáveis?

Eles comprovam a integridade das informações contábeis e asseguram que o Livro Diário possa servir como prova legal. Além disso, garantem que relatórios fundamentais, como a DRE, sejam elaborados com base em dados corretos e completos, fortalecendo a gestão financeira.

Como fazer o Livro Diário na prática: passo a passo

Fazer o Livro Diário exige organização, precisão e compreensão das regras contábeis. 

Embora muitas empresas utilizem sistemas digitais para automatizar o processo, é essencial entender as etapas que garantem a validade do registro. Além disso, essa escrituração correta fortalece demonstrações como o Balanço Patrimonial e a DRE, que dependem diretamente dos lançamentos contábeis.

A seguir, você encontra um passo a passo completo, claro e aplicável ao dia a dia da contabilidade.

1. Estruture o Livro Diário corretamente

O primeiro passo é garantir que o Livro Diário atenda às exigências legais. Assim, ele terá validade perante o Fisco e auditorias.

  • Termo de abertura: apresenta os dados da empresa, período, finalidade e número de folhas.
  • Folhas numeradas: seguem ordem sequencial para garantir integridade.
  • Registro cronológico: os fatos contábeis devem ser lançados na sequência em que acontecem.
  • Termo de encerramento: conclui o livro e confirma sua numeração total.

Essas formalidades asseguram que o Livro Diário seja aceito como documento contábil oficial e suporte demonstrações como a DRE.

2. Classifique corretamente cada fato contábil

Depois disso, identifique as contas afetadas pela operação. Como o Diário segue o método das partidas dobradas, cada lançamento precisa ter um débito e um crédito de valores iguais.

  • Data da operação: indique o dia da transação.
  • Conta debitada: registra entrada, aumento de ativo ou despesa.
  • Conta creditada: registra saída, aumento de passivo, receita ou patrimônio.
  • Valor: represente o montante movimentado.
  • Histórico: descreva a operação de forma objetiva e cite o documento que a comprova.
Regras para montar o livro diário impresso e digital

3. Registre pelo regime de competência

O Livro Diário deve refletir operações quando elas ocorrem, e não quando o pagamento é realizado. 

Por isso, registrar pelo regime de competência é essencial para manter coerência com demonstrações obrigatórias, como a DRE.

4. Monte o lançamento contábil na estrutura correta

Sempre registre o lançamento completo, com:

  • Data
  • Histórico descritivo
  • Contas debitadas
  • Contas creditadas
  • Valores
  • Documento suporte

Essa estrutura facilita auditorias e aumenta a confiabilidade da escrituração.

5. Exemplo prático de lançamento

Transação: compra de material de escritório por R$ 200, paga à vista.

  • Data: 05/12/2025
  • Débito: Despesa com Material de Escritório – R$ 200,00
  • Crédito: Caixa – R$ 200,00
  • Histórico: Compra de material de escritório conforme NF nº 456.

Esse modelo simples mostra como a metodologia é aplicada na prática.

6. Utilize ferramentas adequadas

Hoje, a maioria das empresas produz o Livro Diário em formato digital. Esse processo melhora a organização, evita erros e integra informações para relatórios como a DRE.

  • SPED Contábil (ECD): envia o livro digital à Receita Federal e à Junta Comercial.
  • Softwares contábeis e ERPs: automatizam lançamentos e reduzem retrabalho.
  • Certificação digital: valida o arquivo e garante segurança jurídica.

7. Armazene e faça backups periódicos

Após gerar o Livro Diário, guarde os documentos pelo período exigido em lei. Embora o prazo mínimo seja de cinco anos, algumas legislações exigem guarda por até dez.

Manter cópias de segurança evita perdas e garante integridade das informações.

Exemplos completos de lançamentos no Livro Diário

A seguir, modelos detalhados que ajudam na prática contábil.

Exemplo 1 — Compra de mercadorias à vista

Data Histórico Débito Crédito Valor
05/01/2026 Compra de mercadorias pagas em dinheiro Estoques Caixa R$ 8.000

Exemplo 2 — Venda com impostos

Data Histórico Débito Crédito Valor
12/01/2026 Venda de produtos, ICMS destacado Clientes Receita de Vendas R$ 10.000
ICMS a recolher R$ 1.800

Exemplo 3 — Pagamento de salário

Data Histórico Débito Crédito Valor
31/01/2026 Pagamento de salários Despesa com Salários Caixa R$ 20.000

Exemplo 4 — Depreciação mensal

Data Histórico Débito Crédito Valor
31/01/2026 Depreciação de máquinas Depreciação Acumulada Despesa com Depreciação R$ 2.000

Exemplo 5 — Recebimento de cliente

Data Histórico Débito Crédito Valor
25/01/2026 Recebimento de cliente Caixa Clientes R$ 3.500

Livro Diário Digital x Impresso: qual escolher?

A escolha entre Livro Diário digital ou impresso influencia diretamente a rotina contábil da empresa. 

Embora ambos cumpram a mesma função legal, o formato digital tornou-se o mais utilizado, especialmente porque integra facilmente outros relatórios, como o Balanço Patrimonial e a DRE. Além disso, o processo eletrônico reduz falhas e agiliza auditorias.

Para decidir qual formato utilizar, é importante entender as diferenças de funcionamento, obrigatoriedade e praticidade.

Livro Diário impresso

O formato impresso segue o modelo tradicional da escrituração contábil. Ele continua válido, mas vem sendo substituído por soluções digitais.

  • Exige encadernação e numeração contínua das páginas.
  • Precisa de termo de abertura e termo de encerramento assinados.
  • Requer autenticação presencial na Junta Comercial.
  • É mais caro, ocupa espaço físico e demanda cuidados de conservação.
  • Tem consulta mais lenta e menor eficiência em auditorias.

Apesar disso, algumas empresas do Simples Nacional ainda utilizam o formato impresso quando não são obrigadas a entregar a ECD.

Livro Diário digital (ECD)

O Livro Diário digital é o padrão atual da escrituração contábil. Ele integra o SPED Contábil (ECD) e facilita o controle das informações.

  • É gerado em arquivo eletrônico e assinado com certificado digital.
  • Possui armazenamento seguro e de fácil acesso.
  • Automatiza etapas e reduz erros manuais.
  • Facilita auditorias, buscas e cruzamentos com a DRE e outras demonstrações.
  • Dispensa autenticação presencial, pois a validação ocorre online.

Empresas no Lucro Real, Lucro Presumido e diversas entidades do Terceiro Setor são obrigadas a adotar o Livro Diário digital.

Qual formato escolher?

A decisão depende da obrigatoriedade legal e do nível de maturidade contábil da empresa.

  • Escolha o digital se sua empresa é obrigada pela legislação ou busca mais agilidade, segurança e integração com relatórios como a DRE.
  • Use o impresso apenas se não houver exigência de ECD e você preferir um formato tradicional, embora seja menos eficiente.

Livro Diário x Livro Razão x ECD: tabela comparativa completa

Característica Livro Diário Livro Razão SPED ECD
Finalidade Registrar fatos contábeis dia a dia Detalhar movimentação de cada conta Entregar escrituração digital ao fisco
Obrigatório? Sim (exceto MEI) Sim Sim para diversos regimes
Base Legal Código Civil, Lei 6.404 Normas CFC Instrução Normativa RFB
Detalhamento Lançamentos individuais Saldos, débitos e créditos por conta Arquivo digital completo
Fiscalização Sim Sim Automática via SPED

Erros comuns no Livro Diário e como evitá-los

Erros no Livro Diário comprometem a precisão das demonstrações contábeis e impactam relatórios essenciais, como o Balanço Patrimonial e a DRE. Por isso, entender as falhas mais frequentes e saber como preveni-las é fundamental para manter a escrituração confiável.

Além disso, mesmo pequenos equívocos podem gerar inconsistências fiscais, dificultar auditorias e comprometer decisões gerenciais. A seguir, veja os erros mais comuns e como evitá-los na prática.

Lançamentos desbalanceados

O erro mais recorrente ocorre quando débitos e créditos não se igualam. Isso viola o método das partidas dobradas e distorce relatórios contábeis.

Classificação incorreta das contas

Registrar despesas como ativos, ou receitas como passivos, altera o resultado e prejudica análises que dependem do Livro Diário e da DRE.

Omissão de transações

Quando uma receita ou despesa deixa de ser registrada, a escrituração perde integridade e compromete futuras demonstrações.

Duplicação de lançamentos

Registrar a mesma operação mais de uma vez inflaciona valores e mascara o desempenho real do negócio.

Datas lançadas de forma errada

Lançar transações fora do período correto altera indicadores financeiros e prejudica comparações mensais.

Erros de digitação

Trocas de números ou valores incorretos criam diferenças que dificultam conciliações e validações no SPED.

Históricos pouco claros

Descrições incompletas dificultam auditorias e aumentam o risco de interpretações erradas sobre a origem da operação.

Ausência de documentos comprobatórios

Sem notas fiscais, recibos ou extratos vinculados, o lançamento perde rastreabilidade e pode ser contestado pelo Fisco.

Quanto tempo guardar o Livro Diário?

A legislação exige guarda mínima de 5 anos após o encerramento do exercício.

Entretanto, o ideal é manter por até 10 anos, especialmente quando integrado ao SPED.

Conclusão

O Livro Diário é um dos registros mais importantes da contabilidade. 

Ele organiza fatos, dá suporte às demonstrações financeiras, facilita auditorias e garante conformidade com a legislação. Além disso, quando a empresa utiliza um ERP integrado como o WebMais, a escrituração se torna mais rápida, segura e confiável. 

Assim, investir em automação contábil reduz riscos e aumenta a eficiência financeira.

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Sanon Matias

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Fundador da WebMais Sistemas, Sanon Matias Fortunato possui mais de 25 anos de experiência em diversas vertentes das tecnologias e gestão empresarial, com ênfase em Indústria e Distribuição. Profundo conhecedor da área comercial, Funil de vendas, CRM, Indicadores, Mídias Pagas, SEO, Inbound Marketing, Adwords, FacebookAds, Rede Sociais, Sucesso de Cliente e Canais de Parcerias.

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