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Controle de expedição

Código de barras: o que é, tipos e como gerar o seu

  • Publicado em 13/02/2024 • Atualizado em 26/08/2026
  • Por Sanon Matias
Código de barras: o que é, tipos e como gerar o seu
  • O que é código de barras?
  • Como funciona o código de barras na prática?
  • Para que serve o código de barras na indústria e na distribuidora?
  • Quais são os principais tipos de código de barras?
  • Por que o código de barras começa com 789 no Brasil?
  • Como gerar um código de barras?
  • O código de barras vai mudar até 2027: o que é a transição para o QR Code GS1?
  • Como verificar se um código de barras está correto?
  • Conclusão
  • FAQ
Tempo de leitura: 18 min

Código de barras é uma representação gráfica de dados em linhas e espaços que um leitor óptico converte em números ou letras. Identifica produtos com rapidez e sem erro manual, sustentando estoque, expedição e venda em qualquer operação que movimente mercadoria.

Se você já recebeu uma carga com etiqueta ilegível e viu o conferente digitar o código na mão, sabe o custo real de um código de barras mal aplicado: item errado no sistema, contagem de estoque que não bate, produto recusado no recebimento do cliente.

Nada disso é raro. É o tipo de falha pequena que se repete todo dia e vira hora extra, retrabalho e, às vezes, devolução de carga inteira.

Este artigo explica o que é o código de barras, como ele funciona por dentro, quais tipos existem e quando usar cada um, além de mostrar como gerar um código válido e o que muda até 2027 com a transição para os códigos 2D.

O objetivo é que você saia daqui sabendo aplicar o código certo na operação, não só reconhecer as barras pretas na embalagem.

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O que é código de barras?

Código de barras é um método de identificação automática que representa dados por meio de barras de espessura e espaçamento variáveis, lidas por um sensor óptico.

texto explicando o que é código de barras de forma clara e objetiva.

No varejo, esse dado é normalmente o GTIN, o número que identifica o item comercial; informações como lote, validade ou número de série só entram quando o código usa uma estrutura própria para isso, como o GS1-128 ou um código 2D.

Ele existe para resolver um problema simples: digitar informação manualmente é lento e sujeito a erro. Um operador de armazém digitando o código de 200 itens por hora erra, cansa e atrasa a operação. Um leitor óptico passando o mesmo código não erra e faz isso em frações de segundo.

Hoje o código de barras aparece em quase qualquer produto que circula por uma cadeia de suprimentos, da matéria-prima que entra na fábrica até a nota fiscal que sai para o cliente final. 

Segundo a GS1 Brasil, a entidade que administra os padrões de identificação no país, mais de 60 mil empresas associadas usam esses códigos em mais de 40 setores da economia. 

Essa escala não é acaso: é o resultado de décadas de um padrão que qualquer leitor, de qualquer fabricante, em qualquer país, consegue ler.

Como funciona o código de barras na prática?

O código de barras funciona por leitura óptica: um leitor emite um feixe de luz sobre o código, as barras escuras absorvem essa luz e os espaços claros refletem de volta para o sensor.

O sensor do leitor captura esse padrão de luz refletida e não refletida como um sinal elétrico. Um decodificador interno traduz esse sinal na sequência de números ou caracteres que aquele padrão de barras representa, seguindo a tabela de codificação do tipo de código usado (EAN-13, Código 128, entre outros).

O número decodificado é então enviado ao sistema, que busca o cadastro de produtos correspondente e devolve as informações do item, como descrição, preço e localização no controle de estoque.

É por isso que um código de barras sujo, rasgado ou impresso com contraste ruim falha na leitura: o sensor não consegue distinguir com precisão onde termina uma barra escura e começa o espaço claro, e o decodificador rejeita a leitura em vez de arriscar um número errado.

Essa rejeição automática, na verdade, é uma proteção: o sistema prefere pedir nova leitura a lançar um dado incorreto no estoque.

Como funciona o código de barras na prática?

Para que serve o código de barras na indústria e na distribuidora?

Na indústria e na distribuidora, o código de barras serve para eliminar a digitação manual em quatro pontos críticos da operação: recebimento de mercadoria, separação de pedidos, expedição e conferência de estoque.

No recebimento, o código confirma que o item físico que chegou é de fato o que consta na nota fiscal e no pedido de compra, sem depender de conferência visual item a item. Na separação, o operador bipa o código antes de colocar o produto na caixa, o que evita o erro clássico de pegar um item parecido no lugar errado da prateleira.

Na expedição, o mesmo código confirma que o romaneio de carregamento bate com o que está sendo carregado no caminhão. E na auditoria de estoque periódica, a contagem por leitura reduz bastante o tempo de parada da operação em relação à digitação manual item a item, principalmente em catálogos com milhares de itens.

Esses quatro pontos têm um efeito em cadeia: um erro no recebimento que não é pego na hora aparece semanas depois como divergência de estoque, e só é descoberto, e corrigido com esforço, no inventário.

Rastrear cada movimentação pelo código de barras corta esse ciclo de erro antes que ele se propague pelas outras etapas, o que se conecta diretamente com a rastreabilidade de produtos ao longo de toda a cadeia.

Quais são os principais tipos de código de barras?

Existem dois grandes grupos de código de barras: os lineares (1D), que armazenam dados em uma única dimensão horizontal, e os bidimensionais (2D), que armazenam dados em duas dimensões e comportam muito mais informação no mesmo espaço.

A escolha do tipo certo não é estética: cada padrão foi desenhado para um uso específico, e usar o tipo errado cria problema de leitura ou de espaço na embalagem. Um código pensado para etiqueta de produto de varejo, por exemplo, não tem a mesma robustez de impressão exigida por um código aplicado direto em uma caixa de papelão de expedição.

Tipo de códigoDimensãoCapacidade de dadosUso típico
EAN-13Linear (1D)13 dígitos numéricosIdentificação de produto no varejo, ponto de venda
EAN-8Linear (1D)8 dígitos numéricosEmbalagens pequenas, onde o EAN-13 não cabe
Código 128Linear (1D)Letras, números e símbolos, comprimento variávelUso interno, etiqueta de identificação sem estrutura de dado padronizada
GS1-128Linear (1D)Código 128 com Identificadores de AplicaçãoLogística: lote, data de validade e número de série de forma padronizada
ITF-14 (DUN-14)Linear (1D)14 dígitos numéricosIdentificação de caixas e agrupamentos logísticos homogêneos
GS1 DataBarLinear (1D)Dados adicionais em espaço reduzido, conforme a varianteProdutos pequenos ou perecíveis, quando a variante suporta informação extra
QR Code GS1Bidimensional (2D)Até milhares de caracteres, variável por versão, inclui GS1 Digital LinkVarejo, rastreabilidade e informação ao consumidor
Data Matrix GS1Bidimensional (2D)Alta densidade em espaço mínimoPeças pequenas, itens da indústria farmacêutica

EAN-13: o padrão do varejo

O EAN-13 é o código de barras mais usado no mundo para identificação de produtos no varejo, com 13 dígitos que representam o GTIN-13: o prefixo da empresa emissora, o código do item registrado na ficha técnica de produto e um dígito verificador.

No Brasil, um EAN-13 que começa com 789 ou 790 usa uma faixa de prefixo atribuída à GS1 Brasil. Vale um alerta aqui: esse prefixo indica qual organização GS1 emitiu o registro, não o país onde o produto foi fabricado, já que uma empresa registrada no Brasil pode fabricar em qualquer lugar do mundo.

Para confirmar a titularidade real de um GTIN, o caminho correto é consultar a base oficial da GS1, não só ler os três primeiros dígitos.

Código 128 e GS1-128: os padrões da logística

Código 128 é a simbologia que codifica letras, números e símbolos em um espaço compacto, mas sozinha não atribui significado padronizado a cada trecho do código: ela só garante a leitura, não a estrutura do dado.

GS1-128 é o Código 128 combinado com Identificadores de Aplicação, prefixos que informam ao sistema leitor se o dado seguinte é lote, validade, número de série ou peso. É essa combinação, não o Código 128 isolado, que sustenta um recall de produto com precisão.

Uma indústria de alimentos, por exemplo, usa o GS1-128 para gravar lote e validade na caixa de expedição de forma padronizada, permitindo isolar exatamente os lotes afetados por um problema de qualidade, sem precisar recolher toda a produção do mês.

ITF-14 (DUN-14): o padrão da caixa de transporte

O ITF-14, também chamado de DUN-14, é o código de barras aplicado em caixas de papelão e embalagens de transporte, não no produto individual, para identificar a unidade logística inteira.

Ele foi desenhado para ser lido rápido e à distância por leitores de esteira em centros de distribuição, apoiando a gestão de armazém com barras mais largas e um contorno de proteção contra impressão imprecisa.

Uma distribuidora que recebe paletes fechados de um fornecedor depende desse padrão para dar entrada na carga inteira com uma única leitura, agilizando o processo de compras em vez de abrir cada caixa para bipar o EAN-13 de cada unidade.

QR Code GS1 e Data Matrix GS1: os códigos 2D

QR Code GS1 e Data Matrix GS1 são códigos bidimensionais que armazenam muito mais dado que um código linear no mesmo espaço físico, porque usam as duas dimensões da imagem, não só a largura das barras.

O QR Code GS1, também chamado de QR Code powered by GS1, usa uma estrutura chamada GS1 Digital Link para carregar, no mesmo símbolo, o GTIN do produto, lido normalmente pelo caixa, e um link com informação para o consumidor final, como validade, ingredientes ou origem.

Esses dados extras só aparecem quando o código foi gerado com essa estrutura: um QR Code comum, sem o padrão GS1 Digital Link, não tem esse comportamento, mesmo parecendo igual visualmente.

O Data Matrix GS1 prioriza densidade em espaço mínimo, por isso aparece em peças pequenas e embalagens farmacêuticas, onde não há área física para um código linear legível.

Por que o código de barras começa com 789 no Brasil?

O código de barras brasileiro começa com 789 ou 790 porque essa é a faixa de prefixo que a GS1 Global atribuiu à GS1 Brasil, a organização local que administra o registro de GTINs no país.

Esse prefixo não identifica o produto em si, identifica qual organização GS1 emitiu aquele registro. Não é um “prefixo de país” no sentido de indicar onde o produto foi fabricado: uma empresa registrada na GS1 Brasil pode fabricar em qualquer lugar do mundo, e o prefixo 789/790 continua no código.

Esse ponto costuma gerar confusão mesmo em material técnico, mas vale a pena registrar direito: o prefixo garante que aquele GTIN não colide com o de nenhuma outra empresa registrada em qualquer GS1 do mundo, não que o produto veio do Brasil.

Para confirmar a titularidade real de um código, o caminho correto é consultar a base oficial da GS1, não só ler os três primeiros dígitos.

A GS1 Brasil é a entidade responsável por emitir esses prefixos e pelos GTINs oficiais no país, e é o canal oficial para obter esse registro com validade para uso comercial fora da própria empresa.

Um código gerado fora desse cadastro pode até funcionar dentro de um único armazém, mas não tem garantia de ser único fora dele, o que abre risco de conflito com o código de outro fabricante.

Como gerar um código de barras?

A forma de gerar um código de barras muda dependendo do uso: para controle interno, um gerador gratuito resolve; para vender em rede varejista ou circular fora da sua operação, o registro precisa ser feito na GS1 Brasil.

Essa distinção é onde a maioria das dúvidas aparece, porque os dois caminhos parecem o mesmo resultado (uma imagem de código de barras pronta para imprimir), mas têm implicações bem diferentes.

Uso interno: geradores gratuitos. Se o código serve só para a própria operação (identificar posição em um estoque, controlar um lote de produção interno, etiquetar ferramentas), um gerador gratuito de código de barras atende, porque a unicidade do número só precisa valer dentro da sua empresa.

Uso comercial: registro na GS1 Brasil. Se o produto vai ser vendido em loja física, marketplace ou distribuído para terceiros, o código precisa ser um GTIN oficial.

Esse GTIN é obtido com o registro da empresa na GS1 Brasil. Esse registro garante que o número não colide com o de nenhuma outra empresa no mundo, o que é exigência de praticamente toda rede varejista para aceitar um produto no cadastro dela.

Esse mesmo registro sustenta o controle de expedição sem gargalo no carregamento.

Pular essa etapa e usar um código gerado sem registro em um produto que vai para o varejo é o erro mais comum de quem está começando: o produto até é aceito no cadastro inicial do cliente, mas corre risco real de colidir com o código de outra empresa mais cedo ou mais tarde.

Esse tipo de colisão gera erro de venda ou recusa entre as notas fiscais trocadas com o cliente.

O código de barras vai mudar até 2027: o que é a transição para o QR Code GS1?

A GS1 trabalha por uma meta global chamada Sunrise 2027, para ampliar a adoção e a capacidade de leitura de códigos 2D como o QR Code GS1 nos pontos de venda até o fim de 2027.

Não é uma substituição garantida do EAN: em muitos ambientes, o código linear continua necessário mesmo depois dessa data, e o ritmo real depende de quão rápido cada rede varejista adequa seus leitores.

Isso não significa que o EAN-13 deixa de funcionar da noite para o dia. A recomendação da GS1 é que as empresas adicionem o código 2D junto ao código linear já existente na embalagem, em um período de transição, até que os sistemas de ponto de venda estejam prontos para ler exclusivamente o novo padrão.

O que muda na prática para quem produz ou distribui: o QR Code GS1 carrega, no mesmo símbolo, o GTIN que o caixa já lê hoje e dados adicionais como lote e validade, que hoje muitas vezes vêm em um segundo código separado ou nem existem na embalagem.

Como lote e validade mudam a cada rodada de produção, diferente do GTIN, que é fixo, a empresa precisa definir claramente em que etapa esses dados variáveis serão capturados, validados e impressos, seja na própria linha de produção, seja em uma etapa de etiquetagem posterior.

Para uma indústria ou distribuidora de porte médio, o ponto prático é começar a mapear onde e como esse código 2D entra hoje, antes que a exigência vire obrigação de última hora imposta por um cliente varejista maior. Empresas que adiarem demais essa adequação correm o risco concreto de perder espaço de gôndola em redes que já exigem o padrão novo.

Como verificar se um código de barras está correto?

Para verificar se um código de barras está correto, o teste mais confiável é a leitura real com um leitor óptico ou aplicativo de scanner, comparando o resultado com o cadastro do produto no sistema.

Além da leitura, o código EAN-13 tem um dígito verificador, o último número da sequência, calculado a partir dos 12 dígitos anteriores por uma fórmula matemática fixa. Se esse dígito não bate com o cálculo, o código está errado, mesmo que visualmente pareça normal.

A fórmula soma os dígitos em posição ímpar (contando da esquerda) sem alteração, soma os dígitos em posição par multiplicados por 3, e o dígito verificador é o valor que falta para a soma total chegar ao próximo múltiplo de 10.

EtapaExemplo com o código 400638133393
Soma das posições ímpares (1ª, 3ª, 5ª…)4+0+3+1+3+9 = 20
Soma das posições pares x 3(0+6+8+3+3+3) x 3 = 69
Soma total20 + 69 = 89
Dígito verificador (10 menos o resto da divisão por 10)10 − 9 = 1

Na prática, não é preciso fazer essa conta na mão: a calculadora oficial de dígito verificador da GS1 confirma o resultado a partir dos 12 primeiros números, e é o caminho mais seguro para validar um código antes de aprovar a arte final de uma etiqueta.

Erros comuns que derrubam a leitura, mesmo com o número certo, incluem contraste insuficiente entre a barra e o fundo (etiqueta impressa em papel translúcido, por exemplo), tamanho reduzido além do mínimo legível, ou uma margem de silêncio (o espaço em branco nas bordas do código) cortada pelo layout da embalagem.

Antes de aprovar a arte final de uma etiqueta com código de barras, testar a leitura em pelo menos dois leitores diferentes (um de mão e um de esteira, se a operação usar os dois) evita descobrir o problema só quando a carga já está no caminhão do cliente ou já apareceu como divergência no inventário de estoque.

Conclusão

O código de barras parece um detalhe pequeno da embalagem, mas é a base que sustenta a leitura de qualquer estoque, expedição ou ponto de venda sem depender de digitação manual. Escolher o tipo certo (EAN-13 para varejo, GS1-128 para lote e validade, ITF-14 para caixa de transporte) evita erro de leitura e recusa de carga.

Registrar oficialmente quando o produto sai da própria operação evita ainda a divergência de estoque que só aparece semanas depois no inventário.

Só que o código de barras sozinho resolve a leitura, não a gestão do que vem depois dela.

O ERP para distribuidora e o ERP para indústria da WebMais conectam essa leitura ao estoque, ao financeiro e à expedição em tempo real: quando o código é bipado no recebimento, o sistema já atualiza saldo, custo e disponibilidade para venda, sem depender de outra etapa manual.

Se você quer ver como isso funciona na prática da sua operação, solicite uma demonstração gratuita do ERP WebMais.

FAQ

Qual a diferença entre EAN-13 e Código 128?

O EAN-13 identifica o produto com um número fixo de 13 dígitos e é o padrão do ponto de venda no varejo. O Código 128 codifica letras, números e símbolos em comprimento variável, usado internamente ou, na variante GS1-128, para dados estruturados que mudam a cada lote, como validade e número de série, não para identificar o produto em si.

Todo produto precisa ter código de barras?

Não existe uma lei federal que obrigue todo produto a ter código de barras, mas praticamente toda rede varejista, distribuidor ou marketplace exige um GTIN válido como condição comercial para aceitar o cadastro do item, o que na prática torna o código indispensável para quem vende fora do próprio balcão.

Posso usar um gerador gratuito de código de barras para vender no varejo?

Não é recomendado. Um gerador gratuito cria uma imagem de código válida visualmente, mas sem garantia de que aquele número é único fora da sua empresa. Para venda no varejo, o registro oficial na GS1 Brasil é o que garante essa unicidade e evita colisão com o código de outro fabricante.

O que significa quando o código de barras não passa no leitor?

Na maioria dos casos, é falha de impressão (contraste baixo, tamanho pequeno demais ou margem de silêncio cortada) ou dano físico na etiqueta. Menos comum, mas possível, é um erro no dígito verificador do próprio código, que indica que o número foi gerado ou digitado errado desde a origem.

Código de barras e QR Code são a mesma coisa?

Não. Código de barras é o termo geral para qualquer representação gráfica de dados lida por scanner, e inclui tanto os lineares (como o EAN-13) quanto os bidimensionais. O QR Code é um tipo específico de código bidimensional, com capacidade de dados muito maior que um código linear no mesmo espaço.

Quanto custa registrar um código de barras na GS1 Brasil?

O custo varia conforme o porte da empresa e a quantidade de códigos necessários, cobrado como taxa de associação e manutenção anual. O valor exato precisa ser consultado direto no site oficial da GS1 Brasil, porque a tabela é atualizada periodicamente pela própria entidade.

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Sanon Matias

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Fundador da WebMais Sistemas, Sanon Matias Fortunato possui mais de 25 anos de experiência em diversas vertentes das tecnologias e gestão empresarial, com ênfase em Indústria e Distribuição. Profundo conhecedor da área comercial, Funil de vendas, CRM, Indicadores, Mídias Pagas, SEO, Inbound Marketing, Adwords, FacebookAds, Rede Sociais, Sucesso de Cliente e Canais de Parcerias.

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